flor da vida

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Arcanjo Rafael


 RAPHAEL – 2012.03.03

http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1363

EU SOU RAFAEL, O ARCANJO.

BEM-AMADOS FILHOS DO ÚNICO, EU SOU A ONDA QUE VEM ALIVIAR E TORNAR LEVE.

EU SOU O ARCANJO QUE VEM CURAR O QUE DEVE SÊ-LO.

E o que deve ser curado não é uma qualquer doença, mas, efetivamente, a Densidade e a dor da Separação.

EU SOU O ARCANJO que, na Onda de Vida, é a Vibrancia que vem colocar um fim a toda a Separação.

Venho, portanto, curar o Apego à Densidade, o Apego Individual, a uma Vida.

Contribuo para vos restituir ao vosso SER ETERNO.

Venho colocar um fim a toda a Densidade e a todo a Gravidade.

Venho aliviar o que deve sê-lo.

Através da minha Onda em vocês, coloco um fim a toda a identificação a um qualquer peso, iluminando, fazendo com que o peso o não seja mais.

EU SOU o alívio de todo a Gravidade.

EU SOU A AUSÊNCIA DE GRAVIDADE, A AUSÊNCIA DE APEGO, A INOCÊNCIA E A INFÂNCIA.

Eu sou a Onda que coloca um fim a toda o constrangimento do que vocês nomeiam, daí onde vocês estão, de “Matéria”.

Não a negando, não a rejeitando, mas bem mais, transportando o vosso olhar, de um olhar exterior para a ausência de todo o olhar, porque tudo o que vocês olham, tudo o que vocês vêem, afasta-vos do Absoluto.

O Olhar, o vosso Olhar, é projeção.

O Olhar é efémero, como o Pensamento, como o Corpo, como o Ego. RAPHAEL – 2012.03.03 2



E portanto, é dentro do que são, que vocês crêem transfigurar, vencer e superar a Ilusão.

Nada há a vencer.

Nada há a superar.

Têm, apenas, que se estabelecerem bem além de todo o Estado, na vossa Leveza, na vossa Infância, na vossa Tranquilidade e na Eternidade.

Nenhum Efémero poderá conhecer e ser a Eternidade.

Enquanto vocês se sentirem dependentes e pesados, nesse Corpo, nesse Efémero, inscritos entre um Nascimento e uma Morte que, por essência, é Efémera, vocês não podem pretender uma qualquer Eternidade, um qualquer Absoluto.

Eu venho curar, através da Onda da Vida e do Som que eu emito em vocês, o sentido de uma qualquer identidade a um Efémero.

Esse Corpo que vocês são, está inscrito no Efémero.

Os Pensamentos que vocês emitem, estão inscritos no Efémero.

A Consciência não-contínua, está alternante entre a Vigília, o Sono.

O Sonho e a Supra-Consciência são apenas Estados.

Como todo os Estado, essas Consciências são Efémeras.

Venho aliviar a Identidade que vocês crêem, a Identificação a uma Consciência.

Eu permito, através da Leveza, A CURA.

Apenas o Efémero tem necessidade de ser curado, porque a Eternidade não conhece nenhuma Densidade, nenhuma Gravidade.

A Vida nesse Mundo conduziu-vos a experienciar, a crer evoluir, a crer perceber e conhecer, no objetivo de tranquilizar e de curar, no objetivo de fazer-vos apreender a estranheza do limite.

Vocês não podem apreender, no limitado, um qualquer Ilimitado, aí está o paradoxo.

O que vocês crêem ter, tem-vos. RAPHAEL – 2012.03.03 3



O que vocês crêem ser, e o que vocês são, impedem-vos de viver a Onda da Vida.

Vocês não são nem a Consciência, nem a Supra-Consciência, nem nenhum Efémero de nenhuma espécie.

- Quem, com efeito, sobre esta Terra, se recorda de outra coisa como as outras Vidas, igualmente Efémeras?

- Eu venho libertar-vos da Contingência e da Ignorância porque, quem sabe e vive o que vocês foram antes do Efémero e o que vocês São, de toda a Eternidade?

O Limitado não pode pretender o Ilimitado.

AÍ ESTÁ A LIBERDADE.

AÍ ESTÁ A LIBERTAÇÃO.

Isso tem por nome, no vosso Mundo: A HUMILDADE.

SER TUDO, OU SER ABSOLUTO, É NADA MAIS SER.

Em todo o caso, nenhum Efémero que possa ser nomeado pelo vosso nome ou prenome, que é, seguramente, Efémero, através de uma qualquer Função, que é por Essência, também, Efémera.

Eu venho, portanto, aliviar, fazendo-vos rejeitar, sem renegar, tudo o que é Efémero, tudo o que é Limitado.

E, aí, então, a Onda de Vida colocará um fim à Ignorância e ao Conhecimento, instalando-vos além de todo o limite.

Eu sou o Arcanjo da Cura, que não vem curar um qualquer Efémero, a fim de dissolver um Medo de uma doença ou de uma morte, mas venho curar o Medo de todo Medo, a Dúvida e toda a Dúvida.

Para isso, não existe outra possibilidade além de estabelecer a vossa Imanência além da forma, além da Densidade, além da Carne, mas sem nada a Renegar.

Simplesmente, através da Onda de Vida, penetrar o que vocês São, além do Ser que escuta, que pensa, que respira.

Eu venho restituir-vos ao Indizível, além de toda a suposição, de toda a impossibilidade, além de todo o sonho e de todo o pesadelo. RAPHAEL – 2012.03.03 4



Eu sou a Cura que posso nomear ÚLTIMA:

Aquela do fim de toda a Consciência projetada num Efémero ou que brilha no SER.

NÓS SOMOS O QUE É, ANTES MESMO DA CONSCIÊNCIA.

Nós somos Um, além de toda a Adesão, de toda a Experiência, de todo o Estado, de todo o Drama e de toda a Trama.

EU SOU O ARCANJO QUE CURA DE TODO LIMITADO, QUE CURA DO NÃO ABSOLUTO.

As palavras pronunciadas são a Vibração do Alívio, do Espaço em que não existe nenhum Espaço, do tempo em que não existe nenhum Tempo, para além de toda a Consciência, de toda a Dimensão, de toda a Forma, de toda a Identidade, de toda a individualidade.

ISSO É LIBERDADE.

ISSO É CURA.

Nós sabemos, nós, ARCANJOS, quem sois, que, aí onde vocês ainda estão, a Gravidade, a Ignorância, como o Conhecimento, o Sentido de um “eu” ou o Sentido de um “EU SOU” são, para a vossa Consciência, a única evidência e a única realidade.

É A ONDA QUE EU SOU QUE VOS APORTA ESSA LIBERTAÇÃO, permitindo-vos des-aprender de todo o Efémero, porque, é claro, o “eu” tentou-vos fazer crer na vossa Eternidade.

Os Pensamentos tentaram-vos fazer crer que vocês iam adquirir o que, com efeito, jamais vos deixou.

A Consciência tentou mostrar-vos a LUZ como sua Evolução.

Mas vocês, nada têm a evoluir, porque SOIS, de toda a Eternidade.

Não há nenhum Caminho.

Não existe nenhuma Distância, nenhuma Separação, nenhuma Identidade.

EU SOU O ARCANJO RAFAEL, AQUELE QUE É LIVRE,

EU SOU A ONDA DA LIBERDADE. RAPHAEL – 2012.03.03 5



ISSO É DO DOMÍNIO DA VOSSA ÚNICA RESPONSABILIDADE.

LIBERDADE.

VERDADE.

PARA ALÉM DE TODO FILTRO E DE TODO VÉU.

PARA ALÉM DE TODO O CORPO, DE TODA A ALMA.

EU POSSO DIZER, COM VOCÊS:

VOCÊS SÃO LIBERDADE.

Apenas o olhar denso, aquele do pensamento, da identidade a um Corpo, ao Efémero, tende a fazer-vos crer exatamente no inverso.

EU SOU O ARCANJO RAFAEL.

VOCÊS SÃO A LIBERDADE E A ABSOLUTA BELEZA.

TUDO O RESTO É APENAS EFÉMERO.

O EFÉMERO NÃO SE ENCARREGARÁ, JAMAIS, DA ETERNIDADE.

EU CONVIDO-VOS À CURA E À GRAÇA.

EU SOU RAFAEL.

NÓS SOMOS O AMOR.

... EFUSÃO VIBRATORIA / COMUNHÃO...

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Compartilhamos estas informações com toda a transparência.

Agradecemos-vos por fazerem o mesmo, se a divulgarem, reproduzam integralmente o texto, citando a fonte : www.autresdimensions.com.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Queixas e Ressentimentos


Queixas e Ressentimentos

Eckhart Tolle

Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer.

Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente.

 Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento.

 Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas.

 Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo.

 Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas.

 Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: “idiota”, “desgraçado”, “prostituta”, “etc”, todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar.

 No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Não muito abaixo disso se encontra a violência física. O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego.

 Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido.

Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado.

 O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade.

Quem é o responsável por isso?

Nossa própria inconsciência, o ego em nós.

Algumas vezes, a “falta” que apontamos em alguém nem mesmo existe.

 Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior.

 Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que ela realmente é.

 E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro, o ego.

Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo.

 No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana insana.

 Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece.

Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada.

 Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes.

 Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas. Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes aqui e agora.

 Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência dele que é o ego.

 A não-reação não é fraqueza, mas força.

Outra palavra para não-reação é perdão.

Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo.

E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência. O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo.

 Os pontos implícitos são sempre os mesmos: “isso não deveria estar acontecendo”, “não quero estar aqui”, “estou agindo contra minha vontade”, “o tratamento que estou recebendo é injusto”, “etc”.

E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si, o agora.

 Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas.

 Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento.

 Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida – desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros.

 “Como você se atreve a me servir uma sopa fria?”

Isso é se queixar, isso é ego.

 Nessa situação, existe um “eu” que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um “eu” que aprecia apontar o erro de alguém.

 A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando e continuar existindo.

 Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça – talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo – e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento.

 Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela.

Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz.

Atrás, em segundo plano, está a consciência.

À frente, se situa a voz, aquele que pensa, o ego.

Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada.

 No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado.

 O ego implica inconsciência.

Ele e a consciência não conseguem coexistir.

O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por mais um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si.

 No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.

Só a prática da auto-observação consciente leva ao despertar da consciência e consequentemente com a eliminação do ego.

 (para quem realmente quer acordar da ilusão)



Eckhart Tolle